Foda amadora namorada muito peituda dando dando para amigo carioca de são paulo – sp

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Foda amadora namorada muito peituda dando dando para amigo carioca de são paulo – sp

Foda amadora namorada muito peituda dando dando para amigo carioca de são paulo – sp

EU SEGURAVA NA CINTURA DELA E SOCAVA BEM DEVAGAR PARA ELA SENTIR O MEU CARALHO ARROMBANDO ELA ENQUANTO ELA FAZIA MOVIMENTO DE VAI E VEM EU PUXEI O CABELO DELA E SOCAVA COM FORÇA QUE JA ANUNCIAVA QUE IRIA GOZAR NOVAMENTE MIM XINGAVA O CARALHO GOSTOSO NUNCA DEI UMA FODA GOSTOSA DESSAS FODE PORRA FILA DA PUTA ARROMBA SOCA NESSA BUCETA PORRA E GOZAVA EU JA NAO ME CONTROLAVA E JA METIA COM FORÇA DANDO CADA SOCADA QUE ELA DELIRAVA DE PRAZER. Era uma criança tímida, nunca fui de ter muitos amigos. as 17 horas a campainha toca fui atender era uma linda mulher ela se apresento boa tarde so a Sandra eu falei praser meu nome e Paulo conversamos a respeito da faxina combinamos dela fazer a faxina duas vezes por semana ela marco de começar na segunda feira deixei a chave com o vizinho fui trabalhar chegando do trabalho por volta das 18 horas entro em casa e ouso um barulho de chuveiro fui ate a porta do banheiro que estava aberta e qual foi minha surpre a Sandra estava tomando banho nua de costa para a porta derepente ela vira e mi ve surpresa e eu fiquei espantado pois ela era um travestir com uma rola de aproximadamente 23cm e bem grossa Ela me olhou,ficando vermelha de vergonha. Tinha uma garçonete chamada Louise, que era muito peituda, bunduda, gostosa, rebolava deliciosamente ao andar e volta e meia estava acesa. Entre tapas e enfiadas desenfreadas minha mãiiinha ia sendo xingada de vários nomes obscenos em inglês pelos cinco gringos que riam muito entre eles. Quando vi estava beijando sua namorada que estava recebendo ele com paixão. A Joana começou a chorar novamente mas ele levantou-lhe as pernas e desflorou-a.

Fiquei com aquele momento no pensamento, imaginando aquele rabo só de calcinha, deitada na cama, sedenta por um jovem negro carioca, 1.

Ele fez uma cara de criança chorando, Su olhou para mim como quem pede permissão aguardando meu pronunciamento, em resumo bastava uma ordem minha porque a fim ela estava, só queria tirar o peso da consciencia.