Esposa do corno recebendo pica

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Esposa do corno recebendo pica

Esposa do corno recebendo pica

Já era quase meio dia daquele sábado, ela começou a prepara o almoço, ficamos todos ali na cozinha, estávamos todos completamente nus, uma vez ou outra ela para o que estava fazendo, só para dar uma chupada num dos paus. Sábado que vem, então, lá pelas 9 horas, está bom?– Ok, vou esperar vocês.

Eu empurrei mais um pouco e a cabeça entrou e quando entrou ela falou – hummmm – aaaaii“Oi amor…”Nessa hora eu estava arrumando a cama e nem ouvi barulho na porta, quando eu senti a presença de alguém atrás de mim, eu me assustei e me levantei rapidamente, quando eu olhei para trás, dei de cara com meu sogro, que estava sorrindo e segurando o pau por cima da calça, acho que já fazia algum tempo, que ele estava ali me observando, fiquei com uma tremenda vergonha, pedi lhe desculpa por estar seminua e caminhei em direção á porta, para me esconder e colocar uma roupa descente, meu sogro me segurou pelo braço e falou, você não tem nada que se desculpar, você é linda e tem um corpo perfeito e muito bonito, você tem todo o direito de se mostrar de se exibir, para quem quer que seja. Ela nao bobeou, ajoelhou, tirou minha bermuda e começou a chupar a cabecinha do meu pau bem devagarinho, depois vou engolindo aos poucos, até engolir ele todo, fazendo aquela carinha de safadinha gulosa, eu nao aguentando isso, segurei ela pelo cabelo e pedi a ela pra ficar ali parada com a boca aberta, sendo atendido comecei a enfiar e tirar meu pau naquela boquinha gostosa, e ela recebendo ele com louvor, comia boquinha dela bem gostoso, até gozar na boquinha dela, ela nem pensou, bebeu tudinhoe falou que o leitinho do priminho era uma delicia. Eu fiquei toda mole, jogada na cama e adormeci.

Entraram para a casa, foram para a cama e lá ele comeu as duas, com a mesma competência do dia anterior, deixando-as satisfeitas, pelo menos pela manhã. Me comia com firmeza, acelerou e… gozei. Comprei um bom whisky, levei o rapaz para minha casa e falei para ele ficar a vontade, como minha esposa nunca tinha feito aquilo ela estava um pouco sem graça, mas bastou algumas doses de whisky para a safada ficar bem a vontade.

Roberta chegou à virilha de Valéria e com a ponta da língua, devagar, passeava por esta chegando perto de sua buceta. Agora entrei pro clube dos cornos. Achei que aquele era o limite físico, o fim da linha. Eram nove e vinte e cinco segundo o relógio do microondas e só os dois em casa.