Comedor Gozando Forte No Cu Do Corno

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Comedor Gozando Forte No Cu Do Corno

Comedor Gozando Forte No Cu Do Corno

AGORA VOU METER AMOR, COLOQUEI MINHAS MÃOS SOBRE A BARRIGA DA GAROTA E DE UMA SÓ ESTOCADA, COMO NUNCA TINHA FEITO ENTERREI A PICA ATÉ O SACO, ELA DEU UM GRITO, MEU PAU TEM 20CM E É MUITO GROSSO, SEMPRE A PENETRAVA DEVAGARINHO, SEU GRITO FOI VERDADEIRO, AIIIIIIIII ASSIM NÃO ASSIM ME MACHUCA, DESCULPE AMOR MAIS ESTOU COM MUITO TEZÃO, DISSE ELE AGORA VOU COMEÇAR A FUDE COM CARINHO, AI ESTOU TIRANDO E COLOCANDO, COMO VOCE ESTÁ QUENTINHA, GEME MEU AMOR, GEME, ELE MANDOU E ELA GEMIA ALTO AI ME FOD AMOR METE ESTE PICÃO NA MINHA BUCETA, O PAU ENTRAVA E SAIA NA MAIOR VEELOCIDADE, ELA ME OLHAVA COM O ROSTINHO MAIS LINDO, TRANSTORNADA PELO PRAZER, NUNCA TINHA FEITO AQUILO, FODE RÁPIDO MAIS FUNDO ESTOU QUASE GOZANDO, METE ACABA COMIGO, ME FODE, FUNDO AI MINHA BUCETINHA, DO OUTRO LADO O CARA NÃO SE AGUENTAVA MAIS, IA GOZAR TAMBEM, AI EU FIZ UM SINAL PRA ELA, O SINAL DO CUZINHO QUE NÃO O DEIXASSE GOZAR AINDA.

78m,másculo,com jeito de jogador de futebol;Marcos,30 anos,negro,casado há 6 meses,forte, e com um bigode sempre bem feito;João,24 anos,casado,baixinho e forte e muito machão com fama de comedor de bucetinhas novas;Wilson,25 anos,também casado e com um corpo perfeito de mecânico de peças pesadas e todo peludo e com jeito de macho rústico; e por fim Williams ,31 anos,o mais velho e o mais safado,e estava sempre com brincadeiras sobre sexo e sempre falando sacanagens e sempre falando que comia todo mundo.

Me jogou pro lado e já foi subindo em cima de mim enquanto arrancava o vestidinho, eu mal tive tempo de tirar a roupa e ela já estava no meu pau, cavalgando como louca, fiquei impressionado ao ver seus peitos, nunca tinha reparado como eram grandes, ela nunca se vestia para os valorizar, ficavam pulando na minha frente e ela gemendo alto, aumentei a musica para meu irmão não ouvir e ela cada vez fazendo mais rápido, parecia que ia arrancar meu pau fora com as reboladas que dava, levei uns minutos para acreditar que minha priminha que era chata de tão certinha e odiava que falasse de homens era essa devassa na cama, melhor que muitas das mulheres que já comi, a coloquei de quatro, e fazia com força, ela mordia o travesseiro para não gemer muito alto mas mesmo assim fazíamos muito barulho e fiquei com medo de que nos ouvissem, já fazia horas que estávamos metendo sem parar, meu irmão poderia acordar e nos ouvir, a coloquei para chupar e quase gozei, ela chupa com gosto o pau, as bolas, faz tudo certinho, fizemos muitas posições até que a mantei ficar de quatro de novo e coloquei lubrificante (que deixo ao lado da cama tmb) no cuzinho dela, vi que ela deu uma retraída e falei para ela que íamos tentar devagarzinho, ela não se mexeu e eu coloquei com calma aos pouquinhos, ela não segurou e deu um grito de dor e mandou tirar, pedi para ela aguentar e ela falou mais alto tira agora, meu pau estava quase explodindo de vontade de gozar no cuzinho apertadinho dela, mas tirei como ela mandou, deitei do lado dela desanimado por ela ter negado e ela pediu desculpa, falou que nunca fez porque doi de mais, falei que tava tudo bem e fui ao banheiro ao lado do quarto, lavei meu pau por ter colocado por traz e voltei já mandei ela deitar que queria então meter com força até gozar na bucetinha dela, ela sorriu e obedeceu, fui fazendo cada vez mais forte e ela fazendo cada vez mais barulho até que ela começou a gozar, e vendo isso eu também não aguentei, vi que ia gozar e tirei esporrando na bucetinha, barriguinha peitos e até um pouquinho no rosto, parecia que não acabava tanta porra, ela ficou sorrindo com cara de safada enquanto me olhava e sentia meu gozo quente pelo seu corpo todo.

Ela tirou a camisinha dele, chupou de novo o seu pau e sentou sobre ele, ainda que estivesse em meia recuperação, foi sentando, subindo e descendo até ficar bem duro de novo, então aumentou a velocidade e aproveitou, gozou duas vezes com ele, enquanto gozava me xingava e me chamava de corno, me chamava de chifrudo frouxo, de corno manso e mais e mais dava para o outro.